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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Os problemas de gestão
















































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Os problemas de gestão das prefeituras
 Enviado por luisnassif, seg, 14/01/2013 - 10:34



Por Murdok

Nassif, o caso da prefeitura de João Alfredo (PE) é mais um dentre centenas de outros. O prefeito saiu e deixou a prefeitura quebrada. Impressionate. Ontem o fantastico mostrou um caso em que a prefeita levou até os móveis do gabinete dizendo que eram todos dela. Em outra prefeitura levaram o aparelho de raio X do hospital,  as CPUs dos computadores. Numa conta corrente de uma prefeitura deixaram pouco mais de R$ 2,00. Casos de âmbulâncas e carro de gabinete quebrados e sem motores, servidores sem salários, contas que não fecham, prédios depredados caindo aos pedaços.

A folha online mostra esse caso da prefeitura de João Alfredo, em razão de ter sido o prefeito o ex deputado Severino Cavalcanti (PP).

Da Folha

Ex-deputado Severino Cavalcanti deixa prefeitura sucateada

FÁBIO GUIBU
ENVIADO ESPECIAL A JOÃO ALFREDO (PE)

Aos 82 anos e com a ficha suja até 2015, o ex-presidente da Câmara Severino Cavalcanti (PP) encerrou seu mandato de prefeito em João Alfredo (PE) sem pagar salários de dezembro dos servidores, devendo a fornecedores e sob denúncias de sucateamento de equipamentos públicos.

As contas do município estão bloqueadas pela Justiça.

Nos quatro anos em que administrou sua cidade natal (a 110 km de Recife, com pouco mais de 30 mil habitantes), ele nunca cumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Outro lado: em carta, Severino diz que bloqueio de contas impediu pagar as dívidas

Leo Caldas/Folhapress



Unidade de saúde da comunidade do Cajueiro, em João Alfredo (PE), que foi abandonada na gestão Severino

Foi multado duas vezes pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado), por ultrapassar o limite de 54% de comprometimento da receita com o pagamento de pessoal.

No ano eleitoral de 2010, Severino chegou a comprometer 79% da receita municipal com esses salários.

Mesmo assim, os servidores não recebiam em dia. Havia indícios de que a prefeitura pagava fornecedores em detrimento aos funcionários, disse o promotor de Justiça Luiz Guilherme Lapenda.

Por esse motivo, em 2012, as contas da prefeitura foram bloqueadas duas vezes pela Justiça, a pedido de Lapenda.

Severino, que já havia comandado a Prefeitura de João Alfredo entre 1963 e 1966, tentou se reeleger no ano passado, mas a Justiça recusou a sua candidatura, com base na Lei da Ficha Limpa.

Ele está proibido de disputar eleições até 2015 porque renunciou ao mandato de deputado em 2005, após ser acusado de receber um mensalinho para manter ativo um restaurante da Câmara.

Severino apoiou a candidatura de sua vice na chapa, Anna Mendes (PSDB), mas a tucana foi derrotada por Maria Sebastiana (PTB).

Leo Caldas/Folhapress



Funcionária de hospital da cidade repõe vacinas que foram perdidas após corte de energia

CASO DE POLÍCIA

Logo após assumir, a nova prefeita reclamou do que viu e acusou o seu antecessor de sucatear a prefeitura.

Boletins de ocorrência foram lavrados na delegacia da cidade para registrar os problemas que ela encontrou.

Os mais graves estão no único hospital do município.

A sala de cirurgia foi interditada porque a porta que isolava o bloco do restante da unidade foi arrancada. A área de assepsia dos cirurgiões também ficou sem porta.

Na sala de vacinas, a energia elétrica foi cortada no final do ano, e 3.000 doses que estavam estocadas em geladeiras foram perdidas.

Postos de saúde foram desativados, e tratores e veículos da frota oficial, como ônibus escolares, estão parados por falta de manutenção.

As dívidas com fornecedores, segundo a prefeita, chegam a R$ 2,69 milhões, o equivalente a 6,3% do Orçamento municipal de 2013.

Os eleitores fiéis de Severino se dividem ao avaliar o que pode ter sido o último mandato de seu mais ilustre cidadão. Para o comerciante José Manço Ferreira, 74, o desempenho dele foi decepcionante. Não acredito que terá outra oportunidade.

Outro antigo eleitor de Severino, José Nemésio de Lima, 83, discorda. Para ele, o ex-prefeito foi injustiçado e é vítima de complô dos adversários desde o mensalinho.

Na política é assim mesmo, disse ele


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