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quarta-feira, 29 de agosto de 2012


30 anos sem Ingrid Bergman

Do G1
Ela atuou em filmes como 'Casablanca', 'Interlúdio' e 'Sonata de outono'. Atriz morreu em Londres no dia de seu aniversário de 67 anos em 1982.
Ela foi a Ilsa Lund de "Casablanca", a loira de Hitchcock, a apaixonada amante e esposa de Roberto Rossellini e, finalmente, filmou com o outro Bergman, Ingmar, no crepúsculo de sua carreira: Ingrid Bergman, uma das melhores atrizes da história do cinema, morreu no dia de seu 67º aniversário há três décadas.
Humphrey Bogart e Ingrid Bergman em 'Casablanca' (Foto: Divulgação/Warner Bros.)
Humphrey Bogart e Ingrid Bergman em 'Casablanca'
(Foto: Divulgação/Warner Bros.)
No cinema, foi a inspiração para a célebre frase "Nós sempre teremos Paris", com a qual Humphrey Bogart deixava aberta a história de amor mais clássica da telona. Na vida, escreveu a Roberto Rossellini outra não menos célebre: "Só sei dizer uma coisa em italiano: Ti amo".
A maior descoberta sueca de Hollywood após a aposentadoria da "divina" Greta Garbo fora uma autêntica loira de Hitchcock também fora das telas. Um vulcão gélido que, apesar de ter representado a candura em produções como "À meia luz" (1944) - o primeiro de seus três Oscar - e "Spellbound: Quando fala o coração" (1945), sempre foi ruidosa.
"Era o ser humano mais tímido jamais criado, mas tinha um leão dentro de si que não se calaria", resumiu depois em sua autobiografia, que foi um sucesso de vendas e na qual expôs ao mundo uma fidelidade a si mesma muito adiantada para o seu tempo.
Em pleno Hollywood da Caça às Bruxas e do código Hays de moral e censura, Ingrid Bergman abandonara seu marido e fugira à Itália com Roberto Rossellini. Só precisou assistir a "Roma, cidade aberta" (1945) para apaixonar-se por ele, com quem se casou e teve três filhos.
Ao lado de Liv Ullmann, Ingrid Bergman aparece em cena de 'Sonata de outono' (Foto: Divulgação/Criterion)

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