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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Abaixo Blog do luis nassif

.Mobilização pressiona Oi a cumprir velocidade de internet


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 10:50

Por Walter Serralheiro

Do campanhabandalarga.org.br



Mobilização contra a Oi atinge #1 nos trending topics do Twitter e motiva resposta da empresa



O tuitaço promovido pela Campanha Banda Larga é um direito seu! atingiu o primeiro lugar nos trending topics do twitter durante a tarde desta segunda-feira. Milhares de mensagens com o mote #oicontraqualidade foram utilizadas pelos internautas em protesto contra o pedido da empresa de anulação das metas de qualidade aprovadas pela Anatel para a banda larga fixa e móvel.



A mobilização também tinha links para a iniciativa do Idec e da Campanha Banda Larga que propõe um texto para os internautas mandarem para a consulta pública realizada pela Anatel para ouvir os cidadãos sobre a pedido da Oi. Até esta tarde, mais de 5 mil mensagens já haviam sido mandadas como contribuições à consulta.



Em resposta à mobilização, a empresa publicou uma nota em que diz ser favorável aos parâmetros de qualidade. Diferentemente do que afirma, a operadora é sim contra metas obrigatórias para variações na velocidade contratada, entre outras. Defende apenas a medição para fins de divulgação dos resultados, sem que índices ruins signifiquem qualquer punição à empresa. Segundo a Oi, isso permitiria aos consumidores escolherem a melhor prestadora e a empresa já sentiria o efeito dos maus resultados. Porém, em mais de 90% dos municípios brasileiros, não há concorrência nem no serviço fixo nem no móvel.



p>Além disso, em seu pedido, a operadora se coloca praticamente contrária à existência, em si, de metas obrigatórias para os serviços, alegando serem prestados em regime privado. A alegação desconsidera o artigo 127 da Lei Geral de Telecomunicações e a competência da Anatel em exigir qualidade do serviço de interesse coletivo.



As metas de qualidade do serviço de banda larga, aprovadas pelo Conselho Diretor da Anatel em outubro do ano passado, contaram com uma forte participação dos consumidores. Na época, a Campanha Banda Larga é um Direito Seu! e o Avaaz convocaram usuários na Internet para enviarem mensagens ao Conselho Diretor da Anatel em apoio a resoluções de qualidade, com metas fortes e específicas e voltadas a garantir a melhoria do serviço para os brasileiros. A iniciativa resultou em mais de 80 mil mensagens enviadas à agência.







.O euro e homogeneidade de interesses, por Delfim Netto


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 11:03

Do Valor Econômico



É o câmbio, é o câmbio...

Por Antonio Delfim Netto

Há algumas semanas tive a oportunidade de afirmar nesta coluna que muitos economistas altamente qualificados manifestaram, no início dos anos 90 do século passado, dúvidas a respeito da possibilidade de uma moeda única poder funcionar na Comunidade Econômica Europeia.



Na antevéspera do lançamento do euro, 150 dos mais renomados e bem apetrechados economistas alemães assinaram um "manifesto" em que condenavam a precipitação de instituir o euro sem antes ter construído uma "área monetária ótima", acompanhada de uma forte coordenação das políticas fiscais entre os países e a construção de um Banco Central autônomo, que pudesse, de fato, exercer a sua função de "emprestador de última instância" nos momentos de crise. Essas, seguramente, pela própria natureza da economia de mercado, viriam a existir. Recebi um e-mail de um gentil leitor perguntando se poderia dar exemplos além dos economistas alemães.



tentar atendê-lo revelando as opiniões de dois brilhantes monetaristas que em 1963 publicaram uma das obras-primas da literatura econômica do século XX, Milton Friedman e Anna Schwartz ("A Monetary History of the United States: 1867-1960"). Em entrevistas independentes, dadas, respectivamente, em junho de 1992 e setembro de 1993 para a magnífica revista do Federal Reserve Bank of Minneapolis, eles falaram sobre o assunto.



Dificuldade do euro está no desequilíbrio das taxas



À pergunta (junho de 1992): "Qual é a sua opinião sobre o projeto de uma moeda única na eurolândia?", Friedman respondeu: "Não creio que funcione na minha geração. Talvez na sua, mas não tenho qualquer certeza"... e acrescentou: "Seria altamente desejável que a Europa tivesse uma única moeda, da mesma forma que temos nos EUA. Mas para tê-la você precisa de uma área onde as pessoas e os bens movam-se livremente e na qual exista suficiente homogeneidade de interesses, para que não haja estresse político criado pelo desenvolvimento desigual das diferentes partes da área. Para ilustrar. Temos hoje (1992) uma região dos EUA ("Northeast in general"), em grave dificuldade. Se ela fosse um país separado dos EUA, com outra língua e com um suposto governo nacional próprio, seria fortemente tentada a realizar uma desvalorização cambial, o que não pode fazer... Além do mais, a eurolândia deveria ter um verdadeiro Banco Central com toda autoridade, o que implica fechar a Banque de France, a Banca d'Italia e o Deutsche Bundesbank... Os planos pretendem isso, mas é claro que entre pretender e fazer há uma imensa distância"...



No mesmo diapasão, temos Anna Schwartz. À pergunta (setembro de 1993) "Tem a história alguma lição a dar aos planejadores da união monetária da Europa?", ela respondeu: "Os planejadores da União Europeia deveriam estudar com muito cuidado as razões pelas quais o 'gold standard'-, anterior à Primeira Guerra Mundial, foi um regime bem-sucedido; por que a Conferência Econômica de Gênova, de 1922, e a Conferência Econômica de Londres, de 1933, falharam; por que o 'gold standard' entre as duas guerras entrou em colapso; por que o acordo de Bretton Woods não sobreviveu à inflação dos EUA; por que o Exchange Rates Mechanism (firmado ente os países europeus para coordenar suas taxas de câmbio) está nas 'cordas' desde 1992. A lição do passado é que um regime monetário só é bem-sucedido quando países com os mesmos objetivos sofrem os mesmos choques. Os países-membros devem estar dispostos a ceder sua soberania a uma autoridade monetária transnacional. Num mundo de incertezas e choques não antecipados, os países têm prioridades nacionais, que não podem prescindir do uso de políticas monetárias domésticas e, portanto, resistem a assumir compromisso com um único objetivo: a estabilidade dos preços". E termina afirmando que "a história dos regimes monetários internacionais sugere que a união monetária europeia é a non starter"!



Vemos que Friedman e Schwartz (com alguma teoria e muita história) colocam o dedo na real dificuldade do euro: o desequilíbrio das taxas de câmbio nominalmente fixadas na moeda única, mas "virtualmente" flutuantes dentro da zona do euro, pelo dinamismo diferente da economia de cada um de seus membros.



Esse problema só desaparece quando temos uma federação de fato, como é o caso dos EUA, do Brasil e da Alemanha, onde um poder central redistribui para as regiões, que têm um déficit "virtual" em contas correntes, parte dos recursos tributários recolhidos nas outras, sem que aquelas tenham de reduzir seu crescimento ou endividar-se.



Nada disso é novidade. Aliás, foram as dificuldades cambiais dentro do "gold standard" que levaram à tentativa de mimetizar uma desvalorização cambial sem, de fato realizá-la. Um exemplo é o esquema primitivo de Keynes nos anos 30: uma tarifa "ad-valorem" sobre todas as importações e o uso dos seus recursos para subsidiar as exportações, que recebeu o nome de "desvalorização fiscal".



Quem tiver disposição para ver os "progressos" dessa ideia usando o modelo novo keynesiano de Equilíbrio Dinâmico Geral Estocástico (DSGE), não deve perder o artigo "Fiscal Devaluation", (NBER - Working Paper 17.662, de dezembro/ 2011), onde outros instrumentos para tentar realizá-la (aumento de impostos indiretos e redução das contribuições sociais) são sugeridos. Fé, coragem e bom apetite!



Antonio Delfim Netto é professor emérito da FEA-USP, ex-ministro da Fazenda, Agricultura e Planejamento. Escreve às terças-feiras



E-mail contatodelfimnetto@terra.com.br




.O desemprego assola a zona do euro


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 11:09

De Reuters/ O Globo.com



Desemprego na zona do euro é o maior desde 1998Taxa de desocupação nos 17 países atingiu 10,4% em dezembro

BRUXELAS — O desemprego na zona do euro alcançou o maior nível desde a introdução da moeda única, segundo dados divulgados nesta terça-feira, um dia após a promessa dos líderes da União Europeia de se concentrar em criar vagas para tentar estimular a lenta economia do continente. O desemprego nos 17 países do bloco subiu para 10,4% em dezembro, taxa com ajustes sazonais igual à leitura revisada de novembro, informou a agência de estatísticas Eurostat.



É o maior nível desde junho de 1998, antes da introdução do euro, em 1999, segundo a Eurostat.



úmeros mostraram que mais 20 mil pessoas ficaram sem trabalho em dezembro contra o mês anterior, levando o total de desempregados para 16,5 milhões de pessoas. A taxa subiu de forma regular em 2011, com a estagnação do crescimento e a possibilidade de uma recessão.



Em outro sinal de divergência entre os destinos econômicos no bloco, a taxa de desemprego na Alemanha caiu a 6,7% em janeiro, a menor desde que os números para o país unificado começaram a ser publicados.



O desemprego na Espanha, por outro lado, atingiu um novo recorde de 22,9% em novembro e dezembro.



Nas 27 nações da UE, o número de desempregados tem aumentado regularmente desde a mínima de 7,1% em 2008, alcançando 9,9% em novembro e dezembro - ou cerca de 23,6 milhões de pessoas.



Economistas dizem que a taxa da UE pode alcançar 11% até meados deste ano.





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.Reino Unido noticia envio de navio de guerra às Malvinas


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 11:23

Da BBC Brasil



Marinha britânica vai enviar navio de guerra às Malvinas

A Marinha britânica anunciou nesta terça-feira que vai enviar o navio de guerra HMS Dauntless para as ilhas Malvinas (chamada de Falklands em inglês), no Atlântico Sul.



O ministério da Defesa britânico disse que a operação é rotina, e que o HMS Dauntless – um navio novo – vai substituir outra fragata que está hoje nas ilhas. Nenhuma data foi anunciada.



Um porta-voz da Grã-Bretanha disse que o envio da nave às Malvinas não tem relação com o aumento nas tensões diplomáticas com a Argentina, após declarações recentes do premiê David Cameron.



Nos próximos meses, as Malvinas – que foram disputadas por uma guerra entre os dois países em 1982, vencida pelos britânicos – receberão visita do batalhão aéreo do príncipe William.



.Dilma planeja obras de infraestrutura no Haiti


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 11:35

Por Marco Antonio L.



Do Vermelho.org



Haiti: Dilma vai assinar convênio para desenvolver infraestrutura



A presidente Dilma Rousseff deve ficar menos de oito horas no Haiti, após deixar Havana, no dia 1º de fevereiro, mas a expectativa é que ela faça um firme pronunciamento em relação ao futuro da missão de paz das Nações Unidas (Minustah), aquartelada no país sob comando das Forças Armadas do Brasil.



Na avaliação do governo brasileiro, o problema de segurança no Haiti já não é crônico e o momento é oportuno para a ONU começar a organizar um esforço efetivo dos países ricos em torno de um projeto de reconstrução institucional e material do país.



O essencial, de acordo com fontes ligadas à missão brasileira, é que as forças de paz deixem o país quando o Haiti tiver as mínimas condições para caminhar com as próprias pernas. Na prática, isso demanda construir a infraestrutura - ou reconstruir o que havia antes do terremoto de 2010 - básica do país. Isso significa desde a capacitação institucional, como a criação de uma nova força policial e projetos de segurança alimentar até a construção de hospitais e usinas de energia.





A presidente vai assinar um convênio com os haitianos na área de assistência de saúde, projeto a ser tocado por médicos cubanos. No que se refere à infraestrutura, Dilma deve lançar a pedra fundamental de uma usina hidrelétrica a ser construída com financiamento brasileiro, promessa antiga que pode ganhar corpo agora dentro de um projeto de financiamento da reconstrução, organizado e comandado pelas Nações Unidas.



Após o terremoto que há dois anos devastou Porto Príncipe, a capital haitiana, os países ricos se comprometeram a enviar algo em torno de US$ 2 bilhões para projetos de reconstrução. No entanto, a instabilidade política haitiana levou os países e autoridades envolvidas com o projeto, como o ex-presidente americano Bill Clinton, a recuar. Havia o receio de que o dinheiro, assim como parte da ajuda humanitária enviada ao país após o tremor de terra, pudesse ser desviado.



Desde então, no entanto, os brasileiros avaliam que houve avanços institucionais. Há cerca de um ano, o cantor popular Michel Martelly foi eleito presidente da República, com a transição de um governo democraticamente eleito para outro, de oposição. No fim do ano passado, o Congresso haitiano aprovou o programa de governo e o gabinete do primeiro-ministro.



A própria ONU avalia que a situação de segurança no país já permite o início de retirada das tropas adicionais autorizadas após o terremoto de 2010. O contingente militar, de 8.940 homens, foi recentemente reduzido para 7.340; o contingente policial, que contava com 4.391 pessoas, voltou para o nível de antes de terremoto - 3.241.



As próximas reduções de contingente serão feitas com base na situação de segurança local, que o governo brasileiro considera sob controle. Isso quer dizer que, na prática, o poder das gangues que infestavam a capital foi desmantelado e o crime no Haiti poderia ser controlado por uma nova polícia nacional, como a que está sendo treinada e organizada pelo Brasil.



Nessa situação, a avaliação que se faz em Brasília é que o presidente democraticamente eleito tem legitimidade para mediar a ajuda internacional para a reconstrução do Haiti.







Apesar de avaliar que há progressos na reconstrução institucional do país e "alívio da emergência humanitária gerada pelo terremoto", o governo brasileiro também ainda enxerga fatores de instabilidade e insegurança, principalmente aqueles que decorrem do desemprego e da precariedade em que ainda vivem cerca de 500 mil deslocados pelo terremoto. Os cálculos são que 4,6 milhões de haitianos se encontrem em situação de insegurança alimentar.



Postado por Marcos Doniseti às 10:59



Abaixo blog do luis nassif

.Dilma planeja obras de infraestrutura no Haiti


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 11:35

Por Marco Antonio L.



Do Vermelho.org



Haiti: Dilma vai assinar convênio para desenvolver infraestrutura



A presidente Dilma Rousseff deve ficar menos de oito horas no Haiti, após deixar Havana, no dia 1º de fevereiro, mas a expectativa é que ela faça um firme pronunciamento em relação ao futuro da missão de paz das Nações Unidas (Minustah), aquartelada no país sob comando das Forças Armadas do Brasil.



Na avaliação do governo brasileiro, o problema de segurança no Haiti já não é crônico e o momento é oportuno para a ONU começar a organizar um esforço efetivo dos países ricos em torno de um projeto de reconstrução institucional e material do país.



O essencial, de acordo com fontes ligadas à missão brasileira, é que as forças de paz deixem o país quando o Haiti tiver as mínimas condições para caminhar com as próprias pernas. Na prática, isso demanda construir a infraestrutura - ou reconstruir o que havia antes do terremoto de 2010 - básica do país. Isso significa desde a capacitação institucional, como a criação de uma nova força policial e projetos de segurança alimentar até a construção de hospitais e usinas de energia.





A presidente vai assinar um convênio com os haitianos na área de assistência de saúde, projeto a ser tocado por médicos cubanos. No que se refere à infraestrutura, Dilma deve lançar a pedra fundamental de uma usina hidrelétrica a ser construída com financiamento brasileiro, promessa antiga que pode ganhar corpo agora dentro de um projeto de financiamento da reconstrução, organizado e comandado pelas Nações Unidas.



Após o terremoto que há dois anos devastou Porto Príncipe, a capital haitiana, os países ricos se comprometeram a enviar algo em torno de US$ 2 bilhões para projetos de reconstrução. No entanto, a instabilidade política haitiana levou os países e autoridades envolvidas com o projeto, como o ex-presidente americano Bill Clinton, a recuar. Havia o receio de que o dinheiro, assim como parte da ajuda humanitária enviada ao país após o tremor de terra, pudesse ser desviado.



Desde então, no entanto, os brasileiros avaliam que houve avanços institucionais. Há cerca de um ano, o cantor popular Michel Martelly foi eleito presidente da República, com a transição de um governo democraticamente eleito para outro, de oposição. No fim do ano passado, o Congresso haitiano aprovou o programa de governo e o gabinete do primeiro-ministro.



A própria ONU avalia que a situação de segurança no país já permite o início de retirada das tropas adicionais autorizadas após o terremoto de 2010. O contingente militar, de 8.940 homens, foi recentemente reduzido para 7.340; o contingente policial, que contava com 4.391 pessoas, voltou para o nível de antes de terremoto - 3.241.



As próximas reduções de contingente serão feitas com base na situação de segurança local, que o governo brasileiro considera sob controle. Isso quer dizer que, na prática, o poder das gangues que infestavam a capital foi desmantelado e o crime no Haiti poderia ser controlado por uma nova polícia nacional, como a que está sendo treinada e organizada pelo Brasil.



Nessa situação, a avaliação que se faz em Brasília é que o presidente democraticamente eleito tem legitimidade para mediar a ajuda internacional para a reconstrução do Haiti.







Apesar de avaliar que há progressos na reconstrução institucional do país e "alívio da emergência humanitária gerada pelo terremoto", o governo brasileiro também ainda enxerga fatores de instabilidade e insegurança, principalmente aqueles que decorrem do desemprego e da precariedade em que ainda vivem cerca de 500 mil deslocados pelo terremoto. Os cálculos são que 4,6 milhões de haitianos se encontrem em situação de insegurança alimentar.



Postado por Marcos Doniseti às 10:59



.Dívida pública do Brasil representa 36,5% do PIB


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 11:40

Do G1



Pela 1ª vez, dívida do setor público fecha ano abaixo de 37% do PIB



Segundo Banco Central, dívida líquida somou 36,5% do PIB no fim de 2011.

No fechamento de 2010, estava em 39,1% do PIB, segundo dados do BC.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília



A dívida líquida do setor público, indicador acompanhado com atenção por investidores, pois indica o nível de solvência (capacidade de pagamento) de uma economia, terminou o ano passado em R$ 1,5 trilhão, ou 36,5% do Produto Interno Bruto (PIB), informou o Banco Central nesta terça-feira (31).



De acordo com a série histórica da autoridade monetária, que começa em dezembro de 2001, este não é o menor patamar já registrado, visto que, em setembro do ano passado, somou 36,3% do PIB.



ez, no fechamento de um ano, que a dívida líquida fica abaixo de 37% do PIB. "Terminamos 2011 com o patamar mais baixo para a dívida líquida no fechamento de um ano", afirmou Tulio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central.



Segundo o BC, o superávit primário de R$ 128,7 bilhões registrado no ano passado foi um dos principais fatores a contribuir para a queda da dívida líquida do setor público em 2011. Somente este fator resultou no recuo da dívida em 3,1 pontos percentuais. O crescimento do PIB, por sua vez, contribuiu com 3,5 pontos para a queda da dívida.



Além disso, o aumento do dólar médio de 12,6% em 2011, na comparação com o ano anterior, também contribuiu para a redução da dívida, na proporção de 1,6 ponto percentual informou o BC. A explicação é que, atualmente, o Brasil possui mais ativos do que passivos em dólar. Deste modo, quando a cotação da moeda norte-americana sobe, a dívida líquida do setor público recua.



Essas reduções, entretanto, foram compensadas, parcialmente, pelos juros nominais apropriados em todo ano passado, equivalentes a 5,7 pontos percentuais em 2011 - ou R$ 236 bilhões.



.Laurindo de Almeida e a Modern Jazz Quartet


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 12:00

Por lucianohortencio

Laurindo de Almeida and The Modern Jazz Quartet, provided by Laurindo Almeida in the Heart to Loronix.



Vídeo favoritado pelo canal magajazzfan.



.Especial CAPS: a integração com o SUS


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 12:08

ESPECIAL CAPS - parte II - Integração com o SUS - entrevista com Wilma Mascarenhas, psicóloga do CAPS-Belford Roxo e representante do Movimento Antimanicomial



Por Bruno de Pierro, no Brasilianas.org

Da Agência Dinheiro Vivo





Quando se pensa em políticas saúde mental no Brasil, não se pode esquecer que elas estão atreladas ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao processo de descentralização que o acompanha. Se o paciente de algum Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) passa por uma crise momentânea em sua casa, caso não haja uma ambulância disponível para levá-lo até o centro, ou um profissional disponível que possa buscá-lo, certamente será registrada uma desassistência. Mais por falhas do sistema de saúde do que pelos conceitos do CAPS em si.



Outro fenômeno que tem ocorrido desde que leitos psiquiátricos foram desativados é com relação aos repasses de recursos. Depois que foram inauguradas as Residências Terapêuticas e os CAPS III em alguns municípios, muitos pacientes migraram dos hospitais psiquiátricos para esses novos equipamentos. O problema é que o recurso que era aplicado no leito hospitalar deveria ser transferido diretamente para o novo modelo, mas isso não tem ocorrido.



p>Por exemplo, um paciente está no hospital psiquiátrico do município X. Em determinado momento, seu leito é extinto – por conta do novo modelo de atendimento – e ele tem que ser transferido para uma Residência Terapêutica, que fica no município vizinho, o Y. O recurso federal que era aplicado no Fundo Municipal de Saúde do município X para ser usado naquele leito, a princípio, deve migrar para o Fundo Municipal de Saúde do município Y, para continuar sendo usado pelo mesmo paciente. Mas o dinheiro tem se perdido, pois ao cair no fundo municipal, ele vai para a saúde como um todo. Não há uma rubrica específica para a saúde mental.



Essas situações, evidentemente, não fazem parte da realidade de todos os 1650 CAPS do país. Por se tratar de uma gestão descentralizada, sob responsabilidade do município, cada unidade possui características singulares. Mas há aspectos comuns a todos os CAPS, e são eles que a reportagem do Brasilianas.org tenta levantar nesta semana. Neste segundo texto, conversamos com a psicóloga Wilma Mascarenhas, que atualmente trabalha em um CAPS em Belford Roxo, Rio de Janeiro. Wilma é representante do Movimento Antimanicomial e do Grupo Tortura Nunca Mais. Já passou pela gestão pública municipal e pelo Ambulatório do instituto Nise da Silveira.



Acompanhe os principais momentos da conversa, na qual ela fala do cotidiano de um CAPS. No artigo de amanhã, o relato de Marília Capponi, coordenadora do CAPS-Embu das Artes e de Pedro, coordenador do CAPS-Aricanduva, cuja gestão é feita por uma Organização Social (OS).



Diferenças regionais



As diferenças entre os CAPS variam muito, dependendo do estado ou do município. Nas regiões Norte e Nordeste, a avaliação é boa, principalmente em regiões menos populosas, onde é mais fácil verificar a evolução do tratamento.



O dispositivo CAPS tem por trás o conceito de portas abertas dentro da comunidade, impedindo que as pessoas fiquem restritas em uma instituição, mas que possam ter os cuidados necessários, continuando na vida comunitária.



Gargalos trabalhistas



Diante das idéias do projeto e da realidade, as condições de existência do CAPS são outras. Qualquer precarização que haja dentro da saúde pública afeta o atendimento na saúde mental. No estado do Rio de Janeiro hoje, minha avaliação é que vivemos uma situação muito complicada. Os salários são muito baixos, portanto é difícil reter profissionais, sendo um problema de condições de trabalho.



Com se trata de um serviço aberto, a idéia é que os profissionais possam acompanhar a vida dos pacientes e de seus familiares de forma a conseguir sustentar a pessoa com transtorno mental na comunidade. E isso requer do serviço uma dedicação muito delicada e cotidiana na vida dos usuários.



Foi criado outro dispositivo, chamado Residência Terapêutica (RT), depois que se constatou que muitos pacientes não saiam dos hospitais psiquiátricos, pois não tinham para onde ir. Mesmo com a existência do CAPS, a pessoa não tinha um lar para ficar, às vezes até por ter uma relação familiar desgastada. A idéia das RTs veio da reforma psiquiátrica da Itália. Tem pessoas que passam um tempo na RT e aprendem a viver em comunidade, muitas vezes conseguindo voltar para a família ou indo morar sozinhas. Em geral, os projetos das RTs são municipais, há fomento do Ministério da Saúde e, em alguns casos, do estado. Pela lei, não há uma determinação do período que a pessoa pode ficar na RT, pois a idéia é que não seja uma moradia, mas sim uma força para que o paciente ganhe autonomia. Senão, ele pode ficar o tempo que for necessário.



Faz parte do trabalho ajudar o cotidiano das pessoas. Isso significa que muitas vezes o profissional vai procurar emprego junto com o paciente, fazer compras, visitas e circular com ele pelo bairro, para estimular a autonomia e o convívio social. Para tudo isso são necessários recursos. Em algumas situações, o profissional faz suas ações com seu próprio dinheiro. Portanto, acaba que as ações terapêuticas dependem da condição financeira do próprio trabalhador. Há registro de falta de carro para buscar pacientes em crise e também de medicamentos e materiais para terapia ocupacional, como tintas, papel e argila.



Superlotação



Outra coisa interessante de ser analisada é a superlotação dos serviços. No CAPS do município de Belford Roxo há uma média de 500 inscritos e apenas uma médica atendendo. Isso é uma realidade muito comum na rede do Rio de Janeiro. Qualquer CAPS do município do Rio de Janeiro e, que eu me lembre, são poucos aqueles que tem dois médicos.



Relação com atendimento primário



O CAPS faz parte da rede básica de saúde, oferecendo atendimento especializado. A pessoa que chega ao CAPS faz uma primeira avaliação e, se é entendido que se trata de um caso que não demanda uma atenção tão intensiva, o paciente é encaminhado para um ambulatório. Nesse sentido, o CAPS é o organizador da rede de saúde mental, sendo o responsável pelo primeiro atendimento. Após a avaliação é que se dá o encaminhamento para outros serviços, se necessário. O tratamento nos ambulatórios é de regime não-intensivo, e ocorre em hospitais-gerais.



Embate com a psiquiatria



A Reforma Psiquiátrica tem 30 anos no Brasil, e teve seu ápice na década de 1990, com a construção intensiva de CAPS, que hoje somam 1650 unidades em todo o território nacional. Há certo movimento, nas discussões, que faz críticas muito duras à reforma, inclusive de alguns familiares. As críticas dizem que esse projeto, de trocar os hospitais psiquiátricos pelo serviço aberto, não dá conta da demanda da população, criando desassistência. Como alguém da reforma, tenho algumas críticas da forma como o projeto foi de fato colocado na prática pelo Poder Público. Se eu disser que não existe hoje uma dificuldade de assistência, vou estar mentindo.



Mas o problema é do projeto em si, ou é um problema de saúde pública do país? Quanto mais se desfalca o serviço, obviamente mais isso vai repercutir na qualidade da assistência que eu presto à população. A população que chega até o atendimento é acompanhada, mas e a população que não consegue chegar até a gente? Isso é um problema. Outro problema que os familiares reclamam muito são os momentos de crise. Quando o serviço fecha, no final da tarde, como fica o atendimento daquele paciente durante a noite? Ele acaba sendo internado em lugares muito ruins. Mesmo os hospitais-gerais ainda tem uma relação muito difícil com o paciente de transtorno mental.



Internações



Pela lei, a pessoa só pode ficar internada durante 60 dias, mas existem situações em que isso é inviável, muito mais por uma questão social do que do caso psiquiátrico. Claro que alguns casos psiquiátricos tem o manejo mais difícil, mas o que mais retém as pessoas nos hospitais psiquiátricos – que ainda existem no país – são as situações sociais: familiar que não suporta mais; família que não tem mais recursos para sustentar um paciente dentro de casa; falta de conhecimento. E existem ainda muito hospitais psiquiátricos que são verdadeiros campos de concentração. Um exemplo é o Hospital Colônia de Rio Bonito, que foi denunciado há três anos. Ele é particular, mas conveniado ao SUS, sendo que cem por cento de seus leitos são públicos. O estado tenta fazer intervenções, mas não assume a direção do hospital. No caso das Organizações Sociais, elas não entram nos hospitais psiquiátricos, apenas nos CAPS. O CAPS de Belford Roxo é administrado pela prefeitura.



Os leitos em hospitais-gerais funcionam como leitos de curta permanência, chamados de leitos de observação. Há uma enfermaria, com uma emergência psiquiátrica. O paciente passa por uma avaliação, fica em observação durante umas 48 ou 76 horas e toma medicação se necessário. Depois desse tempo, você pode ser transferido para o hospital psiquiátrico. Aqui no Rio funciona assim. Então, se você precisar de uma internação maior, você vai para o hospital psiquiátrico. E o maior problema do hospital psiquiátrico é o isolamento e a perda de vínculos com a comunidade, caracterizando os sintomas de institucionalização – o paciente começa a ficar institucionalizado, e isso gera outros problemas. No serviço aberto, como ocorre no CAPS, possibilita-se que esses vínculos não sejam completamente rompidos durante a crise, a não ser que a gente entenda que, de fato, a crise demanda certo afastamento.



CAPS III



Para esses casos, existem os CAPS III, que são abertos 24 horas e oferecem maior nível de complexidade dos serviços. Ele tem leitos, geralmente são poucos -, pois nessa lógica do CAPS III o paciente demanda cada vez menos necessidades de estar num lugar preservado. Às vezes o paciente está em crise, mas você o deixa num lugar com pessoas que ele conhece e que tem vínculo afetivo e conhecem seus problemas e história, e a crise pode regredir muito mais rápido. Nossa batalha é para que todos os CAPS se tornem CAPS III.



Política de drogas



A política oficial dos CAPS é a de redução de danos. A idéia é que os ganhos que esse tratamento vai trazer seja o de que a pessoa não esteja se autodestruindo na relação com a droga. A partir do memento que a pessoa vai tendo esses ganhos, a tendência é que ela vá largando a adicção. Mas vou dizer uma coisa, clinicamente muito delicada: muitas vezes a droga tem um lugar na vida daquele sujeito. Se eu tiro essa droga, de uma hora para outra, e obrigo esse sujeito a ter uma abstinência total, eu posso tornar a vida dele insuportável, eu deixá-lo longe de algo que, naquele momento, para ele, é estruturante. O trabalho é identificar o que eu posso estruturar, além da drogas, outras saídas, que possam fazer com que a droga saia desse lugar estruturante.



Visão de longo prazo no atendimento



Inevitavelmente, ainda hoje, e é uma briga constante no serviço, que a gente não caia no lugar preponderante da medicação psiquiátrica. Entendemos a medicação como um suporte importante, pois há gente que de fato não pode ficar sem. Mas ela não pode ser o único recurso terapêutico para ser oferecido. Em geral, no CAPS sofremos da questão inversa. Esquecemos que às vezes o paciente melhora e que ele pode passar para um ambulatório.

Temos fazer um esforço para lembrar que o CAPS tem porta de entrada, mas deve ter porta de saída também. Quando os casos são muito graves, a tendência é que acompanhemos essas pessoas sempre, com mais ou menos intensidade. Esse é um gargalo que interfere no problema da superlotação, pois em geral não são pacientes que receberão alta; muitas vezes são pacientes que tem transtornos que os acompanharão por toda vida. É preciso que as equipes estejam atentas para saber se o paciente precisa, hoje, do mesmo atendimento intensivo que recebeu no começo do tratamento. A realidade da psiquiatria é diferente da saúde em geral; o conceito da cura e da alta é muito mais complexo.



Ambulatórios e depressivos



Já trabalhei em ambulatório também. No ambulatório, recebemos pessoas com diagnósticos graves, mas que não são psicoses. Por exemplo, os deprimidos graves. Fiquei muito chocada quando cheguei ao ambulatório e vi pessoas muito adoecidas, com depressão grave, ansiedade grave, pânico. No ambulatório em que trabalhei, existiam muito mais pessoas com esses quadros do que com psicoses. Essa é uma prevalência preocupante, pois dentro da discussão da saúde pública, essa discussão de ambulatórios acaba ficando sempre em segundo plano. Precisamos discutir como atender essa parcela, que acaba recebendo, aí sim, tratamento só medicamentoso e que passam anos tomando ansiolíticos e antidepressivos sem que a gente consiga fazer outros tipos de abordagens. Hoje, por exemplo, muitos ambulatórios formam grupos de desmedicalização, mas eu só posso formar um grupo desses – e essa é minha crítica – se eu tiver outro recurso para atender e substituir o remédio.



Integração da reforma com a saúde



A reforma psiquiátrica precisa ser pensada dentro da noção de saúde pública. Quanto mais a saúde pública é sucateada, menos a gente tem condição de fazer com que esse projeto continue funcionando adequadamente. O projeto hoje tem muitos problemas e, inclusive, muita desassistência, mas isso precisa ser analisado frente á saúde pública do país. Se um paciente me liga de casa dizendo que está em crise, eu não tenho uma ambulância para buscar esse paciente, e é óbvio que estarei criando uma desassistência, que muitas vezes independe da teoria na qual me baseio para meu trabalho, que é a Reforma Psiquiátrica.



Fechamento de leitos e dispersão dos recursos



Como militante, sou a primeira a fazer a crítica. Para pensar a reforma hoje é preciso pensar a saúde pública como um todo, repasses de verbas também. Vou dar um exemplo. A lei nº 10.216 determina que os leitos serão fechados gradativamente; então, por exemplo, eu tenho um paciente que estava internado em um hospital; quando eu tiro aquele paciente, eu fecho aquele leito, ninguém entra no lugar dele, e ele vai para uma Residência Terapêutica, em outro município. O dinheiro que era usado para aquele leito dele vai para o município para o qual o paciente foi transferido, numa forma de migrar o recurso. Mas quando esse recurso vem para o município, ele vai para um Fundo Municipal de Saúde, que não possui uma rubrica só para a saúde mental – ela vai para a saúde como um todo, e aí o dinheiro se perde e é usado para outros fins. Um briga nossa, da reforma, é para que se crie uma rubrica da saúde mental nesses fundos municipais, para podermos rastrear o dinheiro e de fato usá-lo para atender aquele paciente.



Gestão da saúde mental e indicadores



É muito difícil criar parâmetros para medir respostas e qualidades dos serviços de saúde mental, porque o paciente pode continuar mal, com delírios, mas no aspecto de convívio e de conseguir ficar longe da internação, isso já é um ganho. Como mensurar isso? Como identificar índices de internação nos CAPS? É difícil ter indicadores precisos para identificar quantos são aqueles que já conseguem ficar sozinhos, aqueles que precisam de acompanhamento etc. São questões subjetivas. E quando falamos da linguagem do gestor, o pessoal da prefeitura quer números. Eu tenho 15 pacientes, dos quais acompanho a vida toda. Se eles entram em crise durante a noite, eu estou lá; se vão procurar trabalho, eu estou lá, estou tentando ajudar o sujeito a gerir sua própria vida. Mas como digo isso para um gestor, que pensa em termos econômicos? Como colocar isso numa planilha?



No próximo artigo, as visões de coordenadores de CAPS.



Leia também:



ESPECIAL CAPS - parte I: A reforma psiquiátrica e a consolidação dos CAPS



"CAPS desestruturou alta complexidade na saúde mental", diz psiquiatra



.Anonymous ataca bancos brasileiros


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 12:42

Da Band



Hackers tiram site to Bradesco do ar

A operação #OpWeeksPayment, promete derrubar sites de instituições bancárias como forma de protesto contra a corrupção





Da Redação noticias@band.com.br

O grupo de hackers Anonymous assumem a autoria dos ataques que tiraram o site do banco Bradesco do ar por volta das 10h desta segunda feira. O site continua inacessível até o momento.

No Twitter do grupo, @AnonBRNews, é possível ver a mensagem "#OpWeeksPayment - ATENÇÃO MARUJOS: Alvo atingido! O bradesco.com.br está à deriva! TANGO DOWN!".



Hoje é o segundo dia da operação #OpWeeksPayment, que promete derrubar sites de instituições bancárias como forma de protesto contra a corrupção.



n>As manifestações serão feitas ao longo da semana com o intuito de deixar a cada dia um serviço de internet banking fora do ar por pelo menos 12 horas.O primeiro alvo foi o site do banco Itaú, que saiu do ar ontem.



O Anonymous informou que escolheu esta semana para as ações, por concentrar dias em que a maioria das empresas faz o pagamento de salários a seus funcionários e, portanto, quando os sites de internet banking têm maiores demandas de acesso.

.'Fala', de Secos e Molhados


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 13:00

Por Zabumba

.BH se esbalda com a coxinha do Burguês


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 13:07

Por Ana Cristina Vieira



Nós, músicos e compositores mineiros, ficamos indignados com a simples sugestão de censura, a partir do momento em que um advogado liga pra um artista e "aconselha-o" a retirar uma marcha carnavalesca do ar. O que é a marchinha, senão uma grande sátira política e social? Não há menção direta ao nome do parlamentar. Em momento algum. Há uma crítica musical a fatos amplamente divulgados pela imprensa. Caso típico de "carapuça". Quando a tentativa de intimidação veio à tona, nos revoltamos. Muitos de nós, solidaria e criticamente, fizemos nossas versões dos fatos, cada um dentro de seu estilo e interpretação. A minha foi mais, digamos, leve.( http://soundcloud.com/anacristinacantora/coxinhaa) .



Outras, nem tanto. Alegar "conteúdo obsceno" é , no mínimo, estranho, no caso de um parlamentar que quase foi expulso do partido, em 2007, por envolvimento com travestis, com danos econômicos às vítimas (no caso, os travestis). Ou por, obscenamente, gastar nosso suado dinheirinho com levas absurdas de salgados da madrasta.



E, quanto a "aconselhamentos" e outros eufenismos para Censura, há que se fazer uma varredura, então, na literatura e na música carnavalesca brasileira. Difícil será ligar pro Mário de Andrade que, em 1922, fez a "Ode ao Burguês" em sua Paulicéia Desvairada... ou dos autores de "Eu dei", Maria Escandalosa", entre outras...será que aceitam ligações do além?



A coisa tá ficando feia

Pro lado do burguesinho

Tudo começou com uma vontade

Desejo de salgadinho

Ele comprou no atacado

De conhecida lá no mercado

Mas o detalhe que a gente não sabia

Era a madrasta quem fornecia!

Sessenta mil reais por mês

É salgadinho pra bom freguês

E o povo paga sem saber que a coxinha

Era a desculpa desse burguês

A coisa tá ficando feia

Pro lado do meliante

Reclama porque não pode

Comer cem mil salgados com refrigerante

E agora, quando ele aparece

O povo grita: coxinha

Coxinha, coxinha

Tu vai roubar galinha da tua vizinha

Ô seu burguês, ô seu burguês,

Tu agora merece é um regime no xadrez

abaixo Blog do luis nassif

.Cuba abre setor açucareiro para a Odebrecht


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 16:03

Do Opera Mundi



Odebrecht vai atuar na produção açúcar em Cuba

Grupo brasileiro fará o primeiro investimento privado no setor

O grupo Odebrecht anunciou nesta segunda-feira (30/01) que fechou um acordo para atuar na produção de açúcar em Cuba. Por meio de sua subsidiária no país, o conglomerado brasileiro administrará a produção de uma usina açucareira em Cienfuegos, no centro de Cuba.



Trata-se do primeiro investimento de um grupo privado estrangeiro no setor, que até o ano passado era totalmente estatal. A empresa atuará na ampliação da capacidade de moagem de cana e na revitalização do setor. Uma fonte da companhia disse à agência Efe que o contrato entre a Odebrecht e o grupo estatal Azcuba terá duração de 10 anos.



p>O anúncio da Odebrecht ocorreu na véspera da visita da presidente Dilma Rousseff à Cuba, cujo foco se dará justamente na ampliação de acordos comerciais entre os dois países.



A entrada da Odebrecht no setor açucareiro cubano também ocorre em meio a um amplo processo de reformas econômicas, promovido desde a chegada de Raúl Castro à presidência, após a saída do irmão Fidel por motivos de saúde. Além da abertura do setor açucareiro, Cuba também liberou a compra e venda de casas e carros, e desburocratizou o exercício de diversas profissões.



Neste fim de semana, durante um Congresso do Partido Comunista, Raúl ratificou a proposta que estabelece um limite de 10 anos para os mandatos de cargos públicos e estatais.



*Com informações da Reuters e da Efe.



.A jovem pianista coreana HJ Lim


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 16:00

Por Fuhgeddaboudit™

The brilliant 24-year-old Korean pianist HJ Lim, who signed an exclusive contract with EMI Classics in September 2011, has recorded her first project for the label, an ambitious traversal of the CompleteBeethoven Piano Sonatas.



Pelo posto de Pelé, por Lúcio Ribeiro


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 16:00

Da Folha de S. Paulo



LÚCIO RIBEIRO



'Isto não é Pelé?'



Sobre o que esses caras estão falando, agora? Por que muita gente na Europa acha isso? Por que isso está na capa da "Time"?



Começando do começo. Em janeiro de 1972, fui pela primeira vez a um estádio. Era um Palmeiras e Santos no Parque Antarctica, amistoso, e meu pai me carregou "só" para ver o Pelé jogar.



O Palmeiras goleou, 4 a 0, e saí de lá gostando foi do César Maluco. Eu era muito pequeno e do jogo só me lembro na real de um gol de pênalti do César. De mais nada. Passei muitos anos duvidando da minha memória deste jogo, até que as facilidades da internet clarearam tudo.



p>O fato é que o jogo existiu mesmo, e o Pelé, ali, naquela partida de 1972, nem dois anos depois do tri no México, me decepcionou. Mas eu estava acordando para o futebol e depois vim a aprender sem discutir quem era o eterno rei do esporte que eu adotaria como parte importante da minha vida.



De lá para cá teve Cruyff, Zico, Maradona, Ronaldo. Supercraques maravilhosos, mas compará-los a Pelé sempre foi incabível. Tipo dizer que os Beatles não eram mais a maior banda de rock de todos os tempos quando apareceram o Clash, os Smiths, o Nirvana. Tipo dizer que tem refrigerante mais famoso que a Coca-Cola.



A gente sabe que americano, para o futebol jogado com os pés, é café-com-leite. Mas uma revista como a "Time" simplesmente ousar botar uma capa com Messi para circular na Europa, Ásia e Oceania dizendo que o argentino é o melhor do mundo e (aqui é que o bicho pega) "possibly of all time", é de coçar a cabeça.



Aí vem a "Sports Illustrated" com um ranking meio doido de melhores da história, montado por dez "especialistas", em que o Pelé ficou em quarto lugar. Messi é o número 1.



A "heresia" atual que destrona Pelé é curiosa. Uma coisa é argentino falar que o Maradona foi o melhor. Outra coisa é a "Time" cravar em capa esse questionamento em uma edição que roda o mundo. É o "probably" que incomoda.



Menos que discutir futebol de antigamente versus futebol de hoje. Menos que analisar o que o Pelé tinha feito aos 30 anos com o que o Messi já fez aos 24. Menos que ouvir histórias do Pelé num tempo em que "futebol quase não passava em TV" e ver as do Messi na superexposição televisiva.



O "probably" começou a ecoar. E essas coisas, se ecoam muito, começam a virar "definitely" com o passar dos anos. E a geração dos "Eu Vi o Pelé Jogar", exatamente anterior à minha, que viu mas não viu, começa a ter a voz abafada pelo tempo.



Que "probably" é esse, "Time"? Do que essas pessoas estão falando?



.O caminho que liga Herivelto Martins à banda Scorpions


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 14:00

Por Jair Fonseca

A banda Scorpions, de hard rock farofa, gravou e tocou em shows uma versão de "Ave Maria no morro", do grande Herivelto Martins. Por que um conjunto alemão cantaria em espanhol uma canção brasileira? Pois bem, para agradar seu vasto público hispano-hablante, escolheram uma música que foi sucesso com Sarita Montiel, em 1965, num filme chamado Samba (!), que se passa numa favela carioca. Pode ser também que tenham conhecido a versão dela por um grupo folk sueco (um dos caras seria do Abba). Claro que nenhuma dessas versões se compara às brasileiras, mas Herivelto foi longe!



Vídeos:

blog do luis nassif







.Travestis e transexuais ampliam direitos no Rio


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 14:02

Por Luiz Gonzaga da Silva



O Rio foi pioneiro na aplicação de política de cotas na universidade, nos concursos públicos e reconhecimento da união civil entre casais homossexuais. Agora, dá mais um passo em sua polítca de inclusão e reconhecimentos de direitos.



Do UOL Notícias



Travestis e transexuais já podem usar seus nomes sociais em boletins de ocorrência no Rio



Fabíola Ortiz

Do UOL, no Rio de Janeiro



A partir de março, travestis e transexuais poderão usar seus nomes sociais quando forem registrar crimes e ocorrências que envolvam o segmento gay em todas as 164 delegacias da Polícia Civil no Estado do Rio. O nome social é a forma que travestis optam por identificar-se ao invés de usar o nome de registro.



O Rio de Janeiro é o primeiro Estado a adotar esse procedimento nas delegacias que, segundo lideranças e defensores dos direitos homoafetivos, é uma iniciativa pioneira que ajudará a reduzir o número de subnotificações de crimes homofóbicos que tenham como vítimas travestis e transexuais.



p>Segundo o coordenador do Programa Rio sem Homofobia, Cláudio Nascimento, esta é a população que mais sofre com a transfobia e a discriminação.



“Não temos como identificar quais são as ocorrências envolvendo essa população. O registro policial não tem a inclusão de nome social e isso gera uma situação de constrangimento nas delegacias e também subnotificação de casos de violência contra travestis e transexuais”, afirmou Nascimento que atua na Superintendência de Direitos Individuais Coletivos e Difusos da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do estado do Rio.



Rio é pioneiro



Nesta segunda-feira (30), a chefe da Polícia Civil, delegada Martha Rocha, recebeu Nascimento e uma delegação de 10 travestis e transexuais para anunciar a nova medida que torna o Rio o Estado pioneiro a incluir os nomes sociais nos boletins de ocorrência.



“A gente espera que sirva como inspiração para que outros Estados possam pensar na possibilidade de incluir. Não mexe em orçamento, e gera um tratamento humanitário, inclui a gestão pública no marco civilizatório de dignidade. A maneira de medir o grau civilizador de um país é sabendo como ele trata as suas minorias sexuais”, argumentou Nascimento.



Nas próximas duas semanas as delegacias receberão treinamentos e capacitações de como fazer o atendimento e realizar o registro. O Programa Rio Sem Homofobia já capacitou mais de 5.000 policiais militares e outros 1.200 civis para dar tratamento qualificado a esta população.



“Quando tem uma situação de preconceito a gente denuncia para a corregedoria da polícia. Isso é mais adequado e gera uma mudança na estrutura da segurança. A identidade de gênero vai possibilitar a gente ter mais dados efetivos sobre a situação de violência contra essa população e fazer com que tenhamos a capacidade de promover ações concretas de atenção a elas”.



Em 8 de julho de 2011, o governador Sérgio Cabral assinou o decreto de n.º 43.065 que dispõe sobre o direito ao uso do nome social por travestis e transexuais na administração direta e indireta do Estado do Rio.



“Essa população já é vitimizada, não queremos que ela seja vitimizada pela segunda vez numa delegacia de polícia. A Polícia Civil já está inserindo no registro de ocorrência o nome social. As pessoas que procurarem uma delegacia, seja na condição de vítima, testemunha ou de autor, podem utilizar o seu nome social”, anunciou a chefe de polícia.



Martha Rocha afirmou ainda que, antes mesmo do Carnaval, irá promover um encontro com todos os delegados de áreas onde haverá eventos carnavalescos de público gay.



Travestis são os mais perseguidos



No Estado do Rio, existem três centros de referência de cidadania e combate à homofobia LGBT, na Central do Brasil, no centro do Rio; no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense; e em Nova Friburgo, na região serrana.



Em 2011, os centros realizaram no total 5.000 atendimentos, dos quais 2.000 envolviam homofobia. E destes, 20% afetavam diretamente travestis e transexuais, contabilizando 400 registros. “Se pensarmos que essa população é o menor segmento da comunidade LGBT, em números proporcionais, esse segmento segue sendo o mais perseguido”, criticou.



A cantora transformista Jane Di Castro considera esta medida como uma vitória para a comunidade gay. “É uma vitória, sou militante desde os anos 60 e nunca pensei chegar neste século com essa mudança. Hoje estamos sendo respeitadas. Naquela época não tínhamos direito nenhum, só o de apanhar. O direito de reclamar era cortado porque éramos homossexuais, gays, travestis. Era mais fácil ir à delegacia para reclamar e acabar sendo presa”, disse ao UOL Jane Di Castro ao lembrar que já viveu muitas situações de desprezo por agentes de segurança e que tinha medo de reclamar e, por isso, preferia omitir.



Já a coordenadora do Centro de Referência de Combate à Homofobia do Estado do Rio, a travesti Marjorie Marshi, 37, e assumida desde os seus 13 anos de idade, receia se a política de fato será respeitada. “Como toda política recém implementada, a gente no fundo tem um receio se vai ser desenvolvida de acordo com o que foi criado. Isso é um primeiro passo de formação e construção coletiva. Nenhum decreto modifica uma realidade por si só”, salientou.



Segundo disse ao UOL Marjorie, esta iniciativa de incluir os nomes sociais é reflexo de pelo menos sete anos de luta, quando foi fundada a associação de travestis e transexuais do Rio. “Essa iniciativa é um reflexo do movimento de travestis que pleiteou e desenvolveu a proposta e agora está sendo brindada com o momento de transformar um pleito em política de fato”.



.PF enquadra financeira que atendia militares da Aeronáutica


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 14:07

Da Polícia Federal



PF deflagra Operação Gizé no combate a crimes financeiros em Minas Gerais

Belo Horizonte/MG - A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, dia 31 de janeiro, a Operação Gizé no combate a crimes financeiros contra a administração pública, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, cometidos por organização criminosa composta por administradores, empregados e colaboradores da empresa FILADÉLPHIA EMPRÉSTIMOS CONSIGNADOS LTDA e demais empresas coligadas, em Belo Horizonte/MG e Lagoa Santa/MG.



Foram coletados vários indícios de que a organização criminosa investigada estaria captando recursos de terceiros e os remunerando com valores acima dos praticados pelo mercado, emprestando dinheiro a juros e operando no ramo de seguros automotivos sem autorização do Banco Central do Brasil, da CVM - Comissão de Valores Mobiliários e da SUSEP - Superintendência de Seguros Privados. A maioria dos clientes da empresa FILADÉLPHIA é de militares da Aeronáutica.



tão sendo apurados a contratação de financiamentos irregulares, mediante fraudes e pagamento de vantagens indevidas, em detrimento do patrimônio da Caixa Econômica Federal e de outras instituições financeiras privadas, além de outros crimes como sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.



Estão sendo cumpridos:



• 8 Mandados de Prisão Temporária, sendo 3 em Belo Horizonte e 5 no Município de Lagoa Santa;



• 18 Mandados de Busca e Apreensão (Pessoas Fisicas e Jurídicas), sendo 3 em Belo Horizonte e 15 no município de Lagoa Santa;



• 20 Mandados de Arresto de bens imóveis, 40 Mandados de Arresto de veículos, Bloqueio de contas bancárias, dentre outros bens.



Os investigados responderão por estelionato, formação de quadrilha, falsidade documental, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, e outros crimes contra o Sistema Financeiro Nacional. As penas, somadas, podem chegar até noventa anos de prisão.



A investigação tem o conhecimento e a colaboração do Comando da Aeronáutica e da SUSEG – Superintendência de Segurança da Caixa Econômica Federal em Brasília.



Haverá entrevista coletiva às 10h30, na sede da Superintendência Regional da PF em Belo Horizonte/MG – Rua Nascimento Gurgel, 30 – Gutierrez.



.As revelações do site Neatorama sobre o Vaticano


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 15:51

Por wilson yoshio.blogspot

Da Revista Galileu



Notícias / religião



Cinco segredos do Vaticano revelados



Saiba mais sobre o misterioso cotidiano da organização da Igreja Católica



por Redação Galileu



Papa Bento XVI em seu escritório// Crédito: Divulgação Vaticano



Nesta lista você não irá encontrar teorias sobre a ressurreição de Jesus, nenhuma informação sobre os evangelhos apócrifos ou sobre Maria Madalena. No entanto, o site Neatorama revelou cinco segredos sobre o Vaticano, cidade com pouco mais de mil habitantes, mas que tem uma complexa rotina e que, mesmo na atualidade, ainda é cercada de mistérios.



p>1. O exorcismo está em alta



Segundo a Igreja Católica, os demônios ainda rondam o “reino dos mortais” e dominam o corpo de pessoas inocentes. Parece absurdo? Pois saiba que existem registros de que o próprio Papa João Paulo II realizou pelo menos três exorcismos durante sua regência. E não pense que esses foram casos isolados – a verdade é que a vida dos exorcistas da Igreja é bem agitada. Um dos esconjuradores oficiais do Vaticano, o padre Gabriele Amorth, diz que expulsa, pelo menos, 300 demônios por ano. A atividade é tão intensa que o Papa Bento XVI até aumentou o número de exorcistas licenciados pela Igreja. Quer saber como essa prática ainda existe, mesmo após a ciência ter descoberto doenças que explicariam os casos de “possessão”? O padre Amorth conta que, para saber se um paciente está realmente possuído ou se está apenas doente, mostra um crucifixo e água benta para ele – os possessos não suportam a visão dos objetos sagrados.



2. Os pecados (quase) imperdoáveis



Padres e bispos podem absolver assassinos e até genocidas, caso eles se confessem, mas existem pecados ainda mais graves aos olhos da Igreja, que não podem ser perdoados após uma simples confissão. São cinco ações quase imperdoáveis e, destas, três só podem ser cometidas por membros do clero: quebrar o segredo de confissão, participar diretamente de um aborto ou ter relações sexuais e depois oferecer absolvição ao seu parceiro. Os outros dois pecados, que podem ser cometidos por qualquer pessoa, são profanar a eucaristia (quando católicos repartem pão e vinho, representando o corpo e o sangue de Jesus) e tentar assassinar o Papa. Após realizar qualquer uma dessas ações, a pessoa é automaticamente excomungada da Igreja e só poderá ser absolvida por um tribunal do catolicismo, conhecido como Penitenciária Apostólica. Essa organização formada por cardeais existe há mais de 800 anos, mas foi só em 2009 que ela deixou de ser secreta e parte de suas atividades foram reveladas ao público. Usando o poder investido a ela pelo Papa, a Penitenciária decide se irá readmitir o “réu” no catolicismo e qual será sua penitência – que, suspeitamos, é mais do que algumas “Ave Marias”.



3. Papa tecnológico



Acha o clero arcaico em pleno século XXI? Caso você não saiba, o Papa Bento XVI envia, constantemente, resumos de seus sermões via SMS para o celular de milhares de fiéis ao redor do mundo – para receber as mensagens, basta se inscrever no serviço mobile do Vaticano. Além disso, a Igreja tem um canal oficial no YouTube para transmitir cerimônias papais e um aplicativo para iPhone que distribui o conteúdo do Breviário, famoso livro de orações. E a ligação do Papa com a tecnologia não para por aí: como ele se comprometeu a combater o aquecimento global, foram instalados painéis solares sobre o auditório “Papa Paulo VI”.



4. Igreja e máfia



Na manhã do dia 29 de setembro de 1978, o Papa João Paulo I foi encontrado morto em sua cama, apenas 33 dias após assumir o papado. Um ataque cardíaco foi apontado como a causa oficial da morte, mas não houve autópsia. Parece estranho? Após um escândalo que expôs a ligação da máfia italiana com o Banco do Vaticano, foi levantada a hipótese de que o presidente do banco, o padre Paul Marcinkus, poderia estar envolvido na morte de João Paulo I. Sem perder tempo, Marcinkus fugiu para os Estados Unidos, pediu imunidade diplomática e ficou por lá. O mais inquietante é que mesmo com a sua conexão com a Máfia, com a possível morte do Papa e após ter causado um rombo no Banco do Vaticano, ele nunca foi indiciado. Sua frase mais conhecida? “A Igreja não funciona apenas de ‘Ave Marias’”.



5. Vaticano no vermelho?



De quanto dinheiro o Vaticano precisa para funcionar? Pense nos gastos da religião católica, com todas as igrejas ao redor do mundo, todo o clero, as bibliotecas, escolas e hospitais mantidos pela organização. A cada ano são gastos centenas de milhões de dólares com a manutenção destas estruturas. E de onde vem o dinheiro? Os católicos pagam cerca de 100 milhões de dólares, anualmente, diretamente para o Vaticano, em forma de doação. Isso sem contar o que é coletado nas igrejas ao redor do mundo. Mesmo assim, as “cestinhas” passadas pelos fiéis em todas as missas não são a única forma de lucro da Igreja. A própria cidade-estado, no centro de Roma, gera uma grande renda através do turismo e com a venda de produtos como selos, cartões-postais, livros e tudo o que se pode encontrar em lojas de souvenir. Mas isso nem sempre é suficiente. Em 2007, por exemplo, o Vaticano estava com uma dívida de 13,5 milhões de dólares, causada pela baixa da moeda americana e pela queda nas vendas e nas assinaturas do jornal oficial da Igreja, o L’Osservatore Romano. Tanto que, para aumentar a saída da publicação, o Papa autorizou a publicação de notícias e de imagens chamativas, além do conteúdo religioso tradicional.



Quer saber mais cinco curiosidades sobre o funcionamento do Vaticano?



Confira a lista na íntegra no site Neatorama (em inglês)

.As versões sobre o Irã, por Robert Fisk


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 14:33

Por Marco Antonio L.



No Sul 21



Já falamos sobre isso – e é ótimo para Israel que o mundo não pare de falar sobre “Irã nuclear”



Por Robert Fisk, no The Independent



É muito difícil, no jornalismo, voltar atrás na história – e raras vezes pode ser mais difícil que voltar atrás na história, no caso do Irã. Irã, a sombria ameaça da revolução islâmica. Irã xiita, protetor e manipulador do Mundo do Terror, da Síria, Líbano, Hamás e Hezbollah. Ahmadinejad, o Califa Louco. E, claro, Irã Nuclear, preparando-se para destruir Israel numa nuvem-cogumelo de ódio antissemita. Irã pronto a fechar o Estreito de Ormuz – no instante que forças ocidentais (ou de Israel) ataquem.



Dada a natureza do regime teocrático e a repressão à oposição em 2009, para não falar dos vastíssimos campos de petróleo, qualquer tentativa de injetar algum senso comum na cobertura precisa vir com alerta do ministério da saúde: “NÃO, a vida não é possível no Irã.” Mas…



p>Examinemos a versão israelense, segundo a qual, apesar de repetidas provas de que os serviços de inteligência israelenses são no mínimo tão eficientes quanto os sírios, continua a ser repetidamente trombeteada pelos amigos de Israel em todo o mundo – nenhum deles mais subserviente que os jornalistas ocidentais. O presidente de Israel avisa que o Irã está às vésperas de produzir sua bomba atômica. Que Deus nos proteja. Sim. Mas nenhum jornalista escreve que Shimon Peres, então primeiro-ministro de Israel, disse exatamente as mesmas palavras em 1996. Há 16 anos. E ninguém tampouco escreve que o atual primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu disse, em 1992, que o Irã teria sua bomba atômica em 1999. Deveria tê-la tido há 13 anos. Sempre a mesma velha história.



A verdade é que ninguém sabe se o Irã está ou não está construindo a bomba atômica. E, depois do Iraque, chega a ser engraçado ver que as velhas armas de destruição em massa voltam a pipocar com a mesma frequência com que pipocavam denúncias sobre o titânico inexistente arsenal de Saddam. Para nem falar da questão das datas. Quando tudo isso começou? O Xá. O Xá queria poder nuclear. Chegou a dizer que queria sua bomba “porque EUA e URSS têm bomba atômica” e ninguém reclamou. Os europeus correram a satisfazer o desejo do Xá. Quem construiu o reator nuclear em Bushehr foi a empresa Siemens – não alguma Rússia.



E quando o aiatolá Khomeini, Terror do Ocidente, Apóstolo da Revolução Xiita etc., assumiu o poder no Irã em 1979, imediatamente ordenou que todo o projeto nuclear fosse cancelado, porque era “obra do demônio”. Só quando Saddam invadiu o Irã – com nossas bênçãos ocidentais – e pôs-se a matar iranianos com gás venenoso (feito de componentes químicos que o ocidente lhe fornecia, é claro) foi possível convencer Khomeini a reiniciar o programa nuclear do Irã.



Tudo isso foi apagado dos registros históricos; quem inventou o programa nuclear foram os mulás de turbante negro, associados a Ahmadinejad, o doido. E Israel está obrigada a destruir essa arma terrorista para salvar-se da destruição, para salvar o ocidente da destruição, para salvar a democracia etc.



Para os palestinos na Cisjordânia, Israel é potência brutal, colonial, ocupante. Mas no momento em que se fala do Irã, a Israel brutal, colonial, ocupante é convertida em pequeno estado frágil, vulnerável, pacífico, que enfrenta iminente ameaça de extinção. Ahmadinejad – e aqui, mais uma vez, são palavras de Netanyahu – é mais perigoso que Hitler. Todo o arsenal de bombas atômicas de Israel – absolutamente reais e existentes estimadas hoje em quase 300 – some da cobertura jornalística. Os Guardas Revolucionários do Irã estão ajudando o regime sírio a destruir a oposição. Talvez estejam. Mas até hoje ninguém viu disso uma prova sequer.



O problema central é que o Irã venceu praticamente todas as suas guerras recentes, sem precisar disparar um tiro. George W & Tony destruíram o arqui-inimigo do Irã, o Iraque. Mataram milhares do exército sunita ao qual o Irã referia-se como “o Talibã negro”. E os árabes do Golfo, nossos amigos “moderados”, tremem de medo em suas mesquitas douradas, quando nós, no ocidente, pintamos o quadro de seu destino no caso de uma revolução iraniana xiita.



Não surpreende que Cameron continue a vender armas a essa gente repugnante cujos exércitos, em todos os casos, mal conseguem operar fogões de quatro bocas, imaginem se saberão operar as sofisticadas armas aladas de bilhões de dólares que nós lhes empurramos goela abaixo, sob a sombra do medo de Teerã.



Que venham as sanções. Convoquem também os palhaços.



.Obama cria unidade para investigar crimes financeiros


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 14:39

Por Webster Franklin

Da Carta Maior



Obama cria unidade para investigar fraudes financeiras



Em uma decisão surpreendente, Obama nomeou o Procurador Geral de Nova York, Eric Schneiderman, como vice-presidente da Unidade de Investigação de Abusos na Securitização de Hipotecas. Schneiderman fazia parte da equipe de procuradores que estava negociando um acordo com os cinco maiores bancos do país, mas se opôs ao acordo por considerá-lo demasiado limitado e porque oferecia uma imunidade demasiado generosa diante de futuros processos por fraude financeira. O artigo é de Amy Goodman.



Amy Goodman - Democracy Now



No discurso anual do presidente ao Congresso, muitos tiveram a impressão de escutar ecos do antigo Barack Obama, aquele aspirante à presidência de 2007 e 2008. Uma das promessas populares de seu discurso foi um ataque contra os bancos considerados “muito grandes para quebrar”, que financiaram suas campanhas e para os quais trabalharam muitos de seus principais assessores. “Nós não voltaremos a resgatá-los”, prometeu.



p class="texto">O presidente Obama também fez um anúncio surpreendente que bem poderia ter sido redigido pela assembleia geral do Ocupa Wall Street: “Esta noite estou solicitando ao Procurador Geral que crie uma unidade especial de procuradores de alto nível para ampliar nossas investigações sobre os empréstimos abusivos e os pacotes de hipotecas de risco que provocaram a crise hipotecária. Esta nova unidade fará aqueles que infringiram a lei prestarem contas, acelerará a assistência aos proprietários endividados e ajudará a deixar para trás uma era de imprudência que prejudicou a tantos estadunidenses”.



Em uma decisão surpreendente, o presidente Obama nomeou o Procurador Geral de Nova York, Eric Schneiderman, como vice-presidente da Unidade de Investigação de Abusos na Tramitação e Securitização de Hipotecas. Schneiderman fazia parte da equipe de procuradores que estava negociando um acordo com os cinco maiores bancos do país, mas se opôs ao acordo por considerá-lo demasiado limitado e porque oferecia uma imunidade demasiado generosa diante de futuros processos por fraude financeira. Devido a sua aberta defesa dos consumidores foi expulso da equipe de negociação. Schneiderman retirou seu apoio às negociações junto com outros importantes procuradores, entre eles a procuradora da Califórnia, Kamala Harris, partidária de Obama, e o de Delaware, Beau Biden, filho do vice-presidente.



Em um artigo de opinião publicado em novembro passado, Schneiderman e Biden escreveram: “No princípio deste ano nos demos conta de que, apesar de muitos funcionários públicos – entre eles, procuradores, membros do Congresso e do governo Obama – terem investigado aspectos da bolha e da crise, precisávamos de uma investigação mais exaustiva antes que as instituições financeiras que estiveram no centro da crise acabem livres de toda responsabilidade”.



Quando foi anunciada a notícia da indicação de Schneiderman, o site MoveOn.org enviou um email a seus membros dizendo: “Há apenas algumas semanas a possibilidade de realizar esta investigação não estava sobre a mesa e os grandes bancos estavam pressionando para conseguir um acordo amplo que teria impedido que ela ocorresse. É uma grande vitória para o movimento dos 99%”.



Há muito em jogo, tanto para a população quanto para o próprio presidente Obama. Ele se apoiou, em grande medida, em representantes de Wall Street para financiar sua gigantesca campanha em 2008. Agora, depois da decisão da Corte Suprema no caso Citizens United contra a Comissão Federal Eleitoral, e no momento em que se prevê que os orçamentos de campanha alcançarão a casa dos bilhões de dólares, Obama poderia descobrir que já não é tão popular em Wall Street.



Para a população, como bem sustentou o Centro para Empréstimos Responsáveis (CRL, na sigla em inglês): “Mais de 20 mil novas famílias enfrentam execuções hipotecárias por mês, entre elas uma porcentagem desproporcionalmente alta de famílias afroestadunidenses e latinas. O estudo do CRL assinala que só estamos na metade da crise”.



O que ainda está por se ver é se a indicação de Schneiderman é um sinal de que ele agora está disposto a avançar com o acordo multiestatal que está a ponto de ser concretizado. Os detalhes ainda não são públicos, mas há informação de que o acordo implicaria o pagamento de 25 bilhões de dólares por parte dos maiores bancos como pena por práticas inadequadas nos empréstimos hipotecários, como a assinatura de documentos sem verificação e a administração claramente inadequada dos empréstimos, o que aumenta a probabilidade da ocorrência de execuções hipotecárias.



Matt Taibbi, da revista Rolling Stone, que realizou uma grande investigação jornalística sobre a crise financeira, me disse: “Não faz sentido que as empresas cheguem a um acordo sem a participação de Nova York ou da Califórnia, já que a responsabilidade potencial que deveriam enfrentar nestes dois estados poderia leva-los à quebra, poderia paralisar qualquer um dos bancos considerados “grandes demais para quebrar”.



Obama sabe que entre os participantes dos protestos do Ocupa Wall Street em todo o país encontram-se alguns de seus mais fervorosos partidários durante a campanha de 2008. Será que a formação desta nova unidade de investigação poderia significar uma guinada na direção de políticas mais progressistas, como sugere o MoveOn?



Ralph Nader, defensor dos consumidores e ex-candidato à presidência, não tem muitas esperanças: “Esta unidade de delitos financeiros é como acrescentar um novo cartaz na porta de alguns escritórios do Departamento de Justiça sem uma verdadeira ampliação de orçamento”. Beau Biden, procurador geral de Delaware, expressou preocupações similares acerca do grupo de trabalho. Ele perguntou: “Quantos agentes do FBI, quantos investigadores, quantos procuradores estão sendo designados para isso? São algumas perguntas intrincadas que me coloco”.



Esta é a síntese do conflito colocado por Ocupa Wall Street. É possível que o novo cargo de Eric Schneiderman leve ao julgamento de banqueiros fraudulentos. Ou se tratará simplesmente de outra denúncia sobre nosso corrupto sistema político?



Tradução: Katarina Peixoto



.O fascistômetro de Adorno, por Safatle


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 14:46

Da Folha de S. Paulo



VLADIMIR SAFATLE



Escala F



Na década de 50, o filósofo alemão Theodor Adorno (1903-1969) uniu-se a um grupo de psicólogos sociais norte-americanos para desenvolver um estudo pioneiro sobre o potencial autoritário inerente a sociedades de democracia liberal, como os Estados Unidos.



O resultado foi, entre outras coisas, um conjunto de testes que permitiam produzir uma escala (conhecida como Escala F, de "fascismo") que visava medir as tendências autoritárias da personalidade individual.



Por mais que certas questões de método possam atualmente ser revistas, o projeto do qual Adorno fazia parte tinha o mérito de mostrar como vários traços do indivíduo liberal tinham profundo potencial autoritário.



p>O que explicava porque tais sociedades entravam periodicamente em ondas de histeria coletiva xenófoba, securitária e em perseguições contra minorias.



O que Adorno percebeu na sociedade norte-americana vale também para o Brasil. Na semana passada, esta Folha divulgou pesquisa mostrando como a grande maioria dos entrevistados apoia ações truculentas como a internação forçada para dependentes de drogas e intervenções policiais espetaculares como as que vimos na cracolândia.



Se houvesse pesquisa sobre o acolhimento de imigrantes haitianos e sobre a posição da população em relação à ditadura militar, certamente veríamos alguns resultados vergonhosos.



Tais pesquisas demonstram como a idealização da força é uma fantasia fundamental que parece guiar populações marcadas por uma cultura contínua do medo.



É preferível acreditar que há uma força capaz de "colocar tudo em ordem", mesmo que por meio da violência cega, do que admitir que a vida social não comporta paraísos de condomínio fechado.



Sobre qual atitude tomar diante de tais dados, talvez valha a pena lembrar de uma posição do antigo presidente francês François Mitterrand (1916-1996).



Quando foi eleito pela primeira vez, em 1981, Mitterrand prometera abolir a pena de morte na França. Todas as pesquisas de opinião demonstravam, no entanto, que a grande maioria dos franceses era contrária à abolição.



Mitterrand ignorou as pesquisas. Como se dissesse que, muitas vezes, o governo deve levar a sociedade a ir lá aonde ela não quer ir, lá aonde ela ainda não é capaz de ir. Hoje, a pena de morte é rejeitada pela maioria absoluta da população francesa.



Tal exemplo demonstra como o bom governo é aquele capaz de reconhecer a existência de um potencial autoritário nas sociedades de democracia liberal e a necessidade de não se deixar aprisionar por tal potencial.





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VLADIMIR SAFATLE escreve às terças nesta coluna.



.Um exemplar dos videoclipes brasileiros dos anos 1980


Enviado por luisnassif, ter, 31/01/2012 - 15:00

Por Vânia

Diretamente do túnel dos anos 80



Todas as escolhas têm perda. Quem não estiver preparado para perder o irrelevante, não estará apto para conquistar o fundamental.




Augusto Cury

"... Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende. Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir..." (Cora Coralina)
Katia Marize Silva Cerqueira


PSICÓLOGA

Um homem entra num restaurante e vê uma mulher muito bonita sozinha numa mesa. Ele se aproxima e pergunta:

-Estou vendo você sozinha nessa mesa. Posso sentar-me e fazer-lhe companhia?

Escandalizada a mulher berra:

-Seu mal-educado!!! Transar comigo? Você acha que eu sou o quê?

... O restaurante todo ouviu.

O rapaz, não sabendo onde pôr a cara tenta consertar:

-Eu só queria lhe fazer companhia, mais nada.

-E você insiste!!! Atrevido!!!

O rapaz sai de fininho, e vai sentar-se no outro canto do restaurante, cabisbaixo.

Depois de alguns minutos, a mulher se levanta e vai até a mesa dele e diz baixinho:

-Me desculpe pela forma como eu o tratei.... é que sou psicóloga e estou estudando as reações das pessoas em situaçõe inusitadas...

E o homem berra:

-MIL REAIS ??? VOCÊ ESTÁ LOUCA !!! NENHUMA PUTA VALE ISSO !!!


Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.

E o que os outros pensam, é problema deles."

(Bob Marley)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

.Brasilianas.org sobre regulação da internet


Enviado por luisnassif, seg, 30/01/2012 - 17:20

Recentemente, dois projetos de leis norte-americanos movimentaram a internet: o Sopa(Stop Online Piracy Act) e o Pipa(Protect Intellectual Property Act), um na Câmara dos Representantes e outro no Senado, respectivamente. Ambos tem como objetivo combater a pirataria, impedir o compartilhamento gratuito de músicas e filmes online e proteger o mercado de propriedade intelectual. Devido à pressão dos usuários e à oposição grandes empresas da internet, como o Google, Facebook e Amazon, a votação dos dois projetos foi adiada. Além deles, o Acta é um tratado internacional discutido por um grupo fechado de países e que tem como objetivo criar padrões internacionais para a pirataria na web, e é considerado ainda mais rigoroso que o Sopa. Serão abordados os projetos de lei dos EUA, e também a lei Azeredo, o Marco Civil da Internet e maneiras de se combater crimes virtuais sem afetar a liberdade de expressão



O Brasilianas.org desta segunda-feira (30), às 22h, discute a regulação da internet e traz o diretor de políticas públicas do Google e professor da FGV-SP Marcel Leonardi e o engenheiro e diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), Demi Getschko.










.FHC diz que sua "cota de Serra" já esgotou


Enviado por luisnassif, seg, 30/01/2012 - 17:48

Do Blog de Magno Martins



FHC perde a paciência: "Minha cota de Serra já deu"







ck; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;">“A minha cota de Serra deu. Ele foi duas vezes meu ministro, duas vezes candidato a presidente, candidato a governador e a prefeito. Chega, não tenho mais paciência com ele”. O desabafo do ex-presidene Fernando Henrique, segundo o jornal Correio Braziliense de ontem, foi feito a pelo menos dois interlocutores, semanas antes da famosa entrevista à revista The Economist, na qual aponta Aécio Neves como candidato natural do PSDB à campanha presidencial de 2014. Serra é pressionado pelos tucanos para ser candidato do partido à prefeitura da São Paulo, mas recusa terminantemente, com a obsessão de enfrentar Dilma novamente em 2014. Fora Serra, o PSDB não tem um nome 'decisivo' para disputar e vencer em S.Paulo.

Visão estreita - O que impacienta o PSDB não é apenas o fato de o comando do partido em São Paulo estar concentrado apenas em duas mãos. Irrita profundamente os filiados a constatação de que nem Alckmin nem Serra podem ser considerados lideranças empolgantes. O primeiro é visto como um governador provinciano e caipira. Faz questão de ligar pessoalmente para prefeitos e discutir convênios firmados pelo governo estadual. “Ele não saiu de Pindamonhangaba ainda (terra onde começou a carreira política). Quando foi deputado federal, parecia um vereador”, provocou um aliado de José Serra.







João Pataro:


FORÇADOS A EXISTIR...E, QUEM SABE, MUDAR E VIVER!







Eclesiastes 3 nos diz que há tempo para todas as coisas debaixo do sol...



E nos faz ir desde o nascimento à morte, entre alegrias e tristezas, aniversários e funerais, amigos e inimigos, tranqüilidades e muitas angustias, levantando e, outras vezes, derrubando o que se havia levantado; plantando e arrancando, costurando e rasgando, amando e aborrecendo, conhecendo guerra e paz.



Assim a vida acontece e se constrói: enquanto se desconstroi...a fim de que apareça um terceiro termo: você maior, mais amadurecido, mais sábio, mais humano, mais humilde, mais felizmente desenganado.



E isto nada tem a ver com Hegel. Tem a ver com a vida. Não é teoria, é realidade. Não é filosofia, é existência. Quem pode negar?



Mas também pode gerar o oposto, ainda como um terceiro termo: você menor, mais revoltado, mais insensato, mais arrogante e cheio de certezas, mais endurecido, e mais hostil a qualquer mudança.



Não é à toa que o caminho da vida, em Jesus, nasce de seu oposto: a morte.



É como a semente de trigo, que se não morrer, jamais dará os frutos de si à vida.



Não há dúvida que a nossa existência acontece assim, para o bem ou para o mal.



Tragédias idênticas geram resultados opostos, dependendo da atitude de cada um.



O mesmo se pode dizer de qualquer outra forma de experiência.



Mas todos nós haveremos de experimentar os opostos, tão certo como nascemos e morreremos.



E essa realidade é tão implacável que as pessoas a “experimentam”, conforme o Eclesiastes, até depois de mortas...elas não experimentam...mas suas histórias contarão para os vivos os resultados finais da vida e das experiências daquelas pessoas: e é aí que os opostos aparecem também: nas conclusões!



Há também aqueles que parece que vivem para fugir de todo e qualquer contraditório na vida; isto porque são defensores de causas de grande coerência...questão vital para certas formas de exercício de poder: a total correção, e a mais absoluta previsibilidade.



Então, nasce-lhe um filho ou filha, ou todos os filhos e netos...; e o forçam a ter que lidar com aquilo que ele confessa abominar.



Essa pessoa poderá crescer e viver para discernir que seu mundo era feito de uma fixidez incompatível com a vida, e se adocicará; ou se tornará cheia de ódio, odiando até os seus, os que dizia amar, apenas porque eles não se fizeram conforme a sua imagem e semelhança...e desconstruiram o seu ideal de mundo.



É abraçando a imagem de Deus no meu próximo, mesmo o mais diferente de mim em idéias e até em comportamentos pessoais, que eu encontro a imagem de Deus crescendo em mim.



E é se fechando para o próximo que não é conforme a minha imagem e semelhança, que eu perco a imagem de Deus em mim.



Pois aquele que quiser ganhar a sua vida, perde-a; aquele, porém, que a perder, esse a ganhará.



É sabendo ganhar e perder, celebrar o nascimento e chorar a morte, propor paz e enfrentar a guerra...e todas as demais contradições e choques da existência...em suas antíteses...que a gente vai se arrependendo...se construindo e descontruindo, se transformando pela renovação da mente, e assim apresentando um culto racional; que é a consciência de que nesse movimento todo...de mais e de menos...de ter ou não ter...de perder e ganhar...é que aparece sempre você-mais-você...sempre saindo das cinzas...



Afinal, bem que o resultado poderia ser a fatalização do contraditório, instituído na vida como amargura.



Mas para os que crêem...será sempre o caminho para a reconstrução...até o dia em que o mortal será absorvido pela vida.



Ora, isto digo eu, não o “pregador” no Eclesiastes. Afinal, há de haver alguma visão a mais que eu tenho, e que ele não teve, visto que para ele a morte ainda era a última palavra na existência; mas para mim, a última palavra é “Ele não está aqui...Ressuscitou como havia dito”.



Ora, é também nesse crescendo que se vai derrubando e soerguendo...em novas percepções...enquanto se vai...é que a própria Bíblia foi escrita; e quem não a ler também assim, não deixará jamais de viver apenas das vaidades e das viadades que se fazem debaixo do sol...e de seus encantos mortais nunca se livrará...mesmo quando anda de colarinho clerical, ou vestido de sacerdote ou monge.