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domingo, 18 de dezembro de 2011

.Os grampeadores globais


Enviado por luisnassif, dom, 18/12/2011 - 11:00

Por wilson yoshio.blogspot

Notícias / Robô







“Robô inseto” ataca urso de pelúcia















Design de robô foi baseado em animal; veja vídeo







le="margin-top: 0.5em; margin-bottom: 0.9em;">por Redação Galileu









Um grupo de pesquisadores da Osaka University, no Japão, está desenvolvendo um robô com seis pernas que se move de forma semelhante aos insetos. O equipamento, chamado Asterisk pode se apoiar em apenas duas pernas se for preciso, e ainda consegue carregar coisas. Em um vídeo, ele captura um urso de pelúcia.



“Uma característica das partes móveis do robô é que elas podem dar uma altura diferente, e por isso dá para obter mais elevações. Outro fator é que o equipamento também pode passar por lugares estreitos, diminuindo o seu corpo se preciso”, explica o professor Arai, que lidera a pesquisa.















Robô inseto captura "presa".//Crédito: Reprodução



Cada perna do robô tem quatro articulações. As pernas são dispostas no centro, em um ângulo de 60ºC e não há diferenciação do que é o lado de cima e qual é o de baixo. Assim, se o robô inseto cair, ele pode se virar facilmente girando as pernas para outro lado.



Segundo Arai, uma próxima versão do robô poderá ter sensores de toque nas extremidades para conseguir, por exemplo, identificar se pegou um objeto de forma adequada.



A ideia inicial era que o robô fosse usado para resgate de pessoas, em lugares de difícil acesso como no caso de destroços de terremotos. Outra aplicação poderia ser para manutenção de prédios.





http://youtu.be/kMF83m8lNrw





Que venha o Porcelona,um time monótono de zinhos enceradeira.






Link Permanente..dom, 18/12/2011 - 04:10

Ivan Moraes







Lobby judiciario na capa do jornal da rede golpe:



O preço da impunidade: corrupção cresce, mas Justiça para em recursos



"País tem 15 mil ações contra servidores por conduta desonesta, mas só recupera 15% do dinheiro público desviado em operações fraudulentas"



Quem para as 15 mil acoes e nunca declara devolucao de bens? Quem nao recupera o dinheiro?





















Concorde-se com que não é só aqui. Por influência dos Estados Unidos, a América Latina inteira faz política por meio de verdadeiras brigas de rua em que prevalece quem consegue xingar e acusar de forma mais virulenta e insultante, mesmo que isso se deva a ter como propagar melhor suas arengas por ter a mídia ao seu lado.



Não importa se é assim que outros países da região fazem. Vivemos no Brasil. Não é porque os vizinhos fazem política só por meio de lutas encarniçadas que temos que continuar assim.



A que se reduziu o debate político, neste país, se não a acusações mútuas de ladroagem entre os dois grandes grupos que dividem a política nacional? E, ainda por cima, com o concurso de partidos de uma terceira via de extrema-esquerda que enveredam pelo mesmo caminho tortuoso da desqualificação simultânea dos dois grandes adversários.



O processo se inicia com o clima estabelecido pela mídia. Os seguidores desses jornais, revistas e sites corporativos recebem cargas de denúncias contra petistas e aliados, saem repetindo, ipsis-litteris, os bordões criados para esse fim e, em troca, recebem o troco na mesma moeda, contra o PSDB e os aliados dele, pois é nesses termos que o debate foi estabelecido.



Se a mídia quisesse, poderia instilar um comportamento menos ensandecido em atores políticos e militância. Se não tivesse optado por escolher um lado, o debate político melhoraria de nível em pouco tempo. Os grupos políticos passariam a debater visões sobre a administração do país, dos Estados e municípios, o que seria uma benção.



Denúncias de corrupção passariam a ser feitas de forma menos leviana, sobre casos consistentes e não sob exageros que visam transformar o outro lado no “mais corrupto da história”. E ambos os lados acabariam por adotar procedimentos comuns diante de casos de corrupção entre os adversários, não se dispondo a culpar a todos pelo que fizessem alguns.



Claro que cada grupo continuaria a ter seus assaltantes, mas uma imprensa isenta e crível poderia fazer a distinção entre joio e trigo e, assim, chamar à razão quem só pensasse em exterminar o adversário valendo-se da descoberta de que entre suas hostes alguém se corrompeu.



Sonho de uma noite de verão? Claro que é. A vida não é bela. O homem tem essa natureza deletéria.



Todavia, há, sim, sociedades nas quais não há uma só forma de fazer política – acusando o adversário de ladrão e outras “gentilezas” análogas. Mas essas sociedades só conseguiram chegar a esse estágio após colocarem a comunicação de massas a seu serviço.



Hoje, no Brasil, o cidadão comum, aquele padrão de brasileiro que pouca importância dá à gritaria de parte a parte entre a classe política e a mídia por não ter como distinguir o que é acusação verdadeira do que é apenas luta política, vai ficando impermeável a denúncias de corrupção.



Inexiste hoje, em nosso país, um ente apartidário ao qual se possa dar crédito para apontar o que está certo e o que está errado entre este ou aquele grupo político. A imprensa deveria exercer esse papel, mas, infelizmente, ela se tornou notícia, uma protagonista da comédia política, ainda que sem intenção.



Todos os grupos políticos têm pessoas decentes e bem-intencionadas em suas fileiras. Esses podem até ter idéias equivocadas, mas os partidos todos têm os que buscam se locupletar e aqueles que apenas têm idéias das quais se pode discordar, mas que não são canalhas. A comunicação de massas poderia separar uns de outros, se fosse séria.



E o pior é que a falta de seriedade da mídia não muda mais nada na percepção que o povo tem da política. Que resultado ela colheu do bombardeio, da sabotagem incessante do governo Dilma? Nenhum, ao menos em termos de prejuízo de sua imagem.



E Lula, então… Não poderia ser mais popular. Nem mercenários contratados para difamá-lo conseguiram sequer arranhar sua popularidade simplesmente porque ninguém mais dá bola a denúncias de corrupção.



Não há luta mais importante para o Brasil neste momento histórico, portanto, que não seja a de democratizar, de civilizar e de tornar séria a comunicação de massas. Sem isso, este país ainda correrá risco de cair nas mãos do que há de pior na política, tanto de um lado quanto do outro.



Se você ficou deprimido, não se pode culpá-lo. É deprimente mesmo esse quadro político vigente em nosso país. Mas, para não deixá-lo terminar o texto assim, uma boa notícia: há gente que está lutando com muita seriedade para dar ao Brasil a mídia de que tanto precisa. Um dia chegaremos lá. Temos que acreditar nisso.



http://www.blogcidadania.com.br/2011/12/o-nivel-deprimente-do-debate-politico-no-brasil/





webster franklin

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Link Permanente..dom, 18/12/2011 - 04:24

wilson yoshio.blogspotNotícias / deficiente visual Japão desenvolve “robô-guia” para cegos Assim como o cão-guia, equipamento ajuda deficiente visual a se deslocar por Redação Galileu



A empresa japonesa NSK em parceria com a University of Electro-Communications desenvolveu um “cão-robô” para guiar pessoas com deficiência visual.



O "cachorro" é ativado quando a pessoa pressiona a alça. Com esse sinal, o robô entende que o deficiente está pronto para seguir.





Robô é desenvolvido para ajudar pessoas com deficiência visual.// Crédito: Divulgação



Durante o percurso, o robô fala com a pessoa, com uma voz computadorizada feminina, e dá detalhes sobre o ambiente e obstáculos.



A máquina consegue andar por superfícies planas e também por obstáculos. Ele é capaz, por exemplo, de subir e descer escadas.



A expectativa é que novas versões do equipamento tenham comando de voz e também GPS para uma navegação melhor.



Veja o vídeo:



http://youtu.be/n5jckUTr-rU





Que venha o Porcelona,um time monótono de zinhos enceradeira. http://vai.la/2DXb #vaipracimadelesSantos

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Link Permanente..dom, 18/12/2011 - 04:28

wilson yoshio.blogspotAGÊNCIA DE REPORTAGEM E JORNALISMO INVESTIGATIVO Será que o seu email e celular estão sendo vigiados?







Empresas alemãs, francesas, britânicas, russas e sulafricanas vendem tecnologia que permite grampear um país inteiro, hackear o sue computador ou controlar o seu celular – sem jamais terem que chegar perto de você



Por Pratap Chatterjee, do Bureau of Investigative Journalism





A indústria de vigilância do século 21 é de alta tecnologia, sofisticada e terrivelmente persuasiva. É isso que revelam mais de 200 emails de mala direta e outros materiais de marketing publicados hoje pelo WikiLeaks e a Privacy International.



O equipamento à venda se encaixa em quatro categorias: localização geográfica de telefones móveis e veículos; invasão de computadores e telefones para monitoramento de cada tecla apertada; captura e armazenamento do que é dito em toda uma rede de telecomunicações; e análise de quantidades vastas de dados para rastrear usuários individuais.



Eles podem saber onde você está



Uma tecnologia popular de rastreamento em telefonia móvel é o receptor IMSI, que permite ao usuário interceptar telefones.



Estes dispositivos são muito portáteis – podendo ser menores que a palma da mão – e podem ser camuflados como torres portáteis de celular. Eles emitem um sinal que pode infectar milhares de telefones móveis em uma área.



O usuário do receptor IMSI pode então interceptar mensagens SMS, chamadas telefônicas e dados de celulares tais como o código de identidade do aparelho, o que permite por sua vez rastrear todos os movimentos do usuário em tempo real.



Veja um mapa interativo sobre essas empresas no WikiLeaks

Leia mais: Mundo Big Brother



Dentre as empresas que oferecem este equipamento estão a Ability de Israel, Rohde & Schawarz da Alemanha e a Harris Corp dos Estados Unidos.



Não são só governos autoritários que espionam



O FBI americano, que utiliza estes dispositivos para rastrear suspeitos, diz que isto pode ser feito sem mandado judicial.



Muitas forças policiais por todo o mundo também compraram ou consideram a compra de receptores IMSI – como a polícia londrina.



Outras empresas oferecem dispositivos de vigilância “passivos” – ou seja, que podem ser aplicados em que o “alvo” perceba que está sendo espionado – que podem ser instalados em estações telefônicas. Também vendem equipamentos que podem sozinhos sugar todos sinais de telefonia móvel de uma área sem ninguém saber.



Eles podem saber para onde você vai



Há também equipamentos que podem ser colocados em veículos para rastrear o seu destino.



Enquanto empresas de logística e transporte usam há muito tempo estes dispositivos para garantir a chegada das entregas a tempo, a empresa Cobham, de Dorset, no Reino Unido, vende o “Orion Guardian”.



Trata-se de um dispositivo camuflado que pode ser secretamente posto no assoalho do carro.



A Hidden Technology, outra empresa britânica, vende equipamentos similares.



Por anos, houve um acordo de cavalheiros sobre como estas tecnologias seriam usadas. Os EUA e o Reino Unido sabem que chineses e russos estão usando receptores IMSI. “Mas nós também”, diz Chris Soghoian, pesquisador do Centro de Pesquisa Aplicada em Cibersegurança, em Washington. “Os governos acham que o benefício de poderem usar essas tecnologias é mais importante que o risco que elas significam para seus cidadãos”.



“Mas hoje, qualquer um – seja um fanático ou uma empresa privada – pode aparecer em Londres e ouvir o que todos dizem”, observa Soghoian. “É hora de mudar para sistemas com segurança reforçada para manter todos seguros”.



Eles podem controlar seu telefone e computador



Muitas companhias oferecem softwares “Troianos” e malware telefônicos que permitem controlar computadores ou telefones.



O programa pode ser instalado a partir de um pen drive, ou enviado remotamente escondendo-se como anexo em emails ou atualizações de softwares.



Uma vez instalado, a agência de espionagem pode acessar os arquivos, gravar tudo que é digitado e até ligar remotamente telefones, microfones e webcams para espionar um “alvo” em tempo real.



Veja um mapa interativo sobre essas empresas no WikiLeaks



Leia mais: Mundo Big Brother



A empresa Hacking Team da Itália, a Vupen Security da França, o Gamma Group do Reino Unido e a SS8dos Estados Unidos oferecem tais produtos.



Nas suas propagandas, eles dizem poder hackear IPhones, BlackBerrys, Skype e sistemas operacionais da Microsoft.



A Hacking Team, provavelmente a mais conhecida destas empresas, anuncia que seu “Sistema de Controle Remoto” pode “monitorar cem mil alvos” ao mesmo tempo.



Baseada na Califórnia, a SS8 alega que seu produto, o Intellego, permite que forças de segurança “vejam o que eles vêem, em tempo real” incluindo “rascunhos de emails, arquivos anexados, figuras e vídeos”.



Este tipo de tecnologia usa as vulnerabilidades do sistema.



Enquanto as grandes fabricantes de software alegam consertar falhas assim que são descobertas, pelo menos uma empresa de vigilância – a francesa Vupen – diz ter uma divisão de pesquisadores especializados em “soluções ofensivas”. O trabalho deles é constantemente explorar novas falhas na segurança de softwares populares.



Sistemas de invasão foram recentemente usados em países com governos repressores.



Uma devassa feita em março por ativistas pró-democracia no quartel-general da inteligência do regime Hosni Mubarak no Egito revelou contratos para a compra de um programa chamado FinFisher, vendido pela empresa britânica Gamma Group e pela alemã Elaman.



Uma propagando em mala-direta da Elaman diz que governos podem usar seus produtos para “identificar a localização de um indivíduo, suas associações e membros de um grupo, por exemplo, de oponentes políticos”.



Eles podem grampear toda uma nação



Além de programas de hacking para alvos individuais, algumas empresas oferecem a habilidade de monitorar e censurar os dados de um país inteiro, ou de redes de telecomunicações inteiras.



A vigilância massiva funciona através da captura das informações e atividades de todas as pessoas em um certo maio, sejam suspeitas ou não. Apenas depois o conteúdo é depurado em busca de informações valiosas.



Por exemplo, as empresas estadunidenses Blue Coat e Cisco System oferecem a empresas e governos a tecnologia para filtrar certos sites de internet. Isso potencialmente pode ser usado para outras razões além de comerciais, como repressão política e cultural.



Essas mesmas tecnologias podem ser usadas para bloquear sites de redes sociais como o Facebook, serviços de multimídia como Flickr e YouTube e serviços de telefonia via internet como o Skype em países repressores como a China ou os Emirados Árabes.



Um subproduto desta tecnologia é a “inspeção profunda de pacotes de dados” que permite escanear a web e o tráfego de emails e vasculhar grandes volumes de dados e,m busca de palavras-chave.



Empresas como a Ipoque, da Alemanha, e a Qosmos, da França, oferecem a habilidade de pesquisar dentro do tráfego de emails e bloquear usuários específicos.



A Datakom, uma empresa alemã, vende um produto chamado Poseidon que oferece a capacidade de “procurar e reconstruir… dados da web, email, mensagens instantâneas, etc”. A empresa também alega que o Poseidon “coleta, grava e analisa chamadas” de conversas de Skype.



A Datakom diz oferecer “monitoramento de um país inteiro”. Ela afirma em seus comunicados de marketing que vendeu dois “grandes sistemas de monitoramento de IPs” para compradores não revelados do Oriente Médio e norte da África.



Já a sul-africana VASTech vende um produto chamado Zebra, que permite a governos comprimir e guardar bilhões de horas de chamadas telefônicas e petabytes (um bilhão de megabytes) de informações para análises futuras.



Em agosto, o Wall Street Journal revelou que alguns dos dispositivos da VASTech foram instalados nas linhas telefônicos internacionais da Líbia.



Eles podem guardar e analisar milhões de dados



Depois da possibilidade de capturar vastas áreas de tráfego de internet e localizar de pessoas através de seus telefones, veio a necessidade de ferramentas sofisticada de análises para que as agências de inteligência, exércitos e polícia usem os dados em investigações criminais e até durante uma guerra.



Por exemplo, a Speech Techonology Center, baseada na Rússia, diz ser capaz de vasculhar quantidades enormes de informação.



A Phonexia, da República Tcheca, diz ter desenvolvido um programa similar de reconhecimento de voz com a ajuda do exército tcheco.



Já a Loquendo, da Itália, usa um sistema de “assinaturas vocais”, identificando “alvos” através da identidade única de cada voz humana para saber quando eles estão ao telefone.



Veja um mapa interativo sobre essas empresas no WikiLeaks

Leia mais: Mundo Big Brother



Clique aqui para ler a reportagem original em inglês



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